Boicote ao Santander: quem são os verdadeiros censores

Revista Amálgama Publicado em 12/09/2017

O roteiro se repete no caso envolvendo a polêmica exposição “Queermuseu: Cartografias da diferença na Arte brasileira”, exibida pelo banco Santander e patrocinada com verba da Lei Rouanet. Uma vez mais, os obscurantistas, os amantes das seitas mais fanáticas e monopolizadoras da virtude dos tempos que correm promoveram sua sanha persecutória contra a liberdade de expressão. Obviamente, não nos estamos referindo aos religiosos…

Aos fatos, antes dos finalmentes. Uma “exposição artística” bancada pela Lei Rouanet – portanto, pelo Estado, através de renúncia fiscal – se propunha a fomentar a “reflexão” acerca dos “desafios que devemos enfrentar em relação a questões de gênero, diversidade, violência, entre outros”. Essa “reflexão”, profundamente instrutiva através das “obras de arte”, ocorreria no espaço do banco, mas não apenas: o projeto também teria o objetivo de “fortalecer laços com educadores e estudantes”, fornecendo material impresso para alunos e professores da rede pública ou privada.

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