“Democracia: o Deus que Falhou” – porque não é um deus

Instituto Liberal Publicado em 05/02/2018

Análise crítica da obra de Hans-Hermann Hoppe, em duas partes.

Primeira parte:

“Democracia, o Deus que Falhou – A economia e a política da monarquia, da democracia e da ordem natural, lançado em 2001 pelo libertário alemão, adepto da Escola Austríaca e pupilo de Murray Rothbard, Hans-Hermann Hoppe, é, sem qualquer discussão, um petardo de intrepidez. Folheá-lo é travar contato com um desafio a algumas das nossas mais arraigadas convicções e a algumas das bandeiras mais ardorosamente defendidas, quase que como senso comum, nas sociedades ocidentais modernas e contemporâneas. A começar, obviamente, pela protagonista do próprio título: a democracia.”

Segunda parte:

“Ao abordar o socialismo e o estatismo, Hoppe procura demonstrar que estão errados aqueles que mencionam a restrição à democracia no socialismo como um dos seus problemas – já que, por óbvio, se a democracia é um mal, não é um mal a sua restrição. O verdadeiro problema dos regimes socialistas é apostar no planejamento econômico centralizado e na limitação da livre iniciativa, expandindo-se violentamente sobre a propriedade privada, que exige, para se caracterizar como tal, sua livre utilização pelos proprietários.”