A opinião de Divaldo Franco e a celeuma da esquerda pedante

Instituto Liberal Publicado em 24/02/2018

Alguns de meus leitores e amigos sabem que sou espírita, porém não me é de praxe misturar estações e trazer à baila minhas ideias no campo da espiritualidade e da religiosidade quando o espaço se destina à discussão da política ou vice-versa.

Por um lado, porque aqui procuro escrever como brasileiro, para leitores de todas as crenças e descrenças; os problemas pertinentes aos reclames liberais da nossa pátria, à busca de prosperidade, segurança, liberdade e dignidade em nosso torrão, podem – ao menos devem – ser os mesmos, sejamos católicos ou ateus. Por outro, porque os espíritas somos recomendados de maneira explícita por nosso fundador, o francês oitocentista Allan Kardec, a afastar de nossas discussões de ordem doutrinária e de nossas reuniões particulares qualquer questão polêmica ou “irritante”, em especial aquelas relativas à política ideológico-partidária e a controvérsias religiosas.

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